Cada dia que passa, eu percebo o quanto solitária eu sou. Quer dizer, não digo que não tenho amigos de confiança, tem alguns que já demonstraram com clareza o quanto eu posso confiar neles, e de fato são meus melhores amigos. Mas tem outros que parece, que por mais que eu tente me relacionar, já não é mais a mesma rotina que tinha na época que convivíamos juntos, na era passada. Quer dizer. Há época para tudo, até para velhos e novos amigos. Tem alguns que prevalecem, outros vão seguir para uma vida. Aqueles que ficam e permanecem são os verdadeiros, são esses que podemos ter certeza de dizer que são seus amigos de verdade. O resto pode ser considerado colega ao meu ponto de vista.
O que eu quero dizer com tudo isso, é que foi difícil até pra mim aceitar, mas hoje eu vejo o quanto eu ando com gente superficial. Esses tempos, eu e um dos meus melhores amigos andávamos comentando sobre isso, inclusive: "Na verdade eu nem me divirto muito com eles. Vou mais pela comida e pra te ver." Foi bem isso que ele falou. Pra falar a verdade, quando esse meu amigo tá junto de mim e desse ciclo de "amigos", eu só ando com ele, pois eu só vejo graça de conversar com ele. Eu nunca tive muito interesse e nem papo com o restante. Até me dá sono de ficar tanto tempo com os outros. Não é por mal, mas é porque eu nunca tenho assunto, é quase todos os assuntos deles, quase nunca me interessam. É algo bem superficial o relacionamento. Eu vou, creio eu, por ter movimento e me tirar um pouco do tédio, que às vezes tenho dentro de casa. Dentro desse círculo social há além desse meu amigo uma amiga também na qual eu gosto bastante, mas que recentemente, sei lá. Tá se doendo pelas feridas de outra. Eu me sinto na verdade sozinha na frente de todos na realidade. Até dela, mesmo quando estávamos bem, pq eu nunca fui o tipo de pessoa que contava tudo sobre mim, quer dizer... Eu falava as merdas que me aconteciam na época do colégio, ou algumas escrotices da minha vida, mas meus segredos, as coisas que eu realmente sofri e senti, só o pessoal do Fake, do mundo virtual que sabe. O mundo real nunca soube da verdadeira Raquel, das minhas travessuras, minhas diversões e etc.
eu tenho poucos, que não são logicamente desse grupo, amigos que sabem da minha rotina do Fake. E são esses poucos que eu posso ao menos considerar uma amizade. Eu posso afirmar que tenho pouquíssimos amigos pessoalmente. No máximo uns 5. E falo sério. To dizendo pessoalmente, não os do computador que nunca vi. Ou já vi. To falando daqui da cidade mesmo. Máximo. E acho muito.
Em todo caso isso aqui foi um desabafo que eu precisava fazer. Algum dia faço dos amigos que eu tenho do Fake. Até lá... See ya! ;@@
Happy Hours
27 de set. de 2016
12 de jun. de 2016
Sexualidade
Hoje eu vim escrever um assunto meio polêmico galerinha. Sobre minha sexualidade. De uns tempos pra cá, quer dizer, faz um bom tempo. Alguns anos já eu venho notando uma série de comportamentos estranhos em que eu, estranhamente não cultuo o vlado feminino da coisa, mas ao mesmo tempo ainda pertenço a raça. "Mas pera aí, como assim ainda pertence a raça?" Tem algumas coisas, que de fato eu ainda amo, em ser mulher, realmente. Como meus seios serem fartos, mas tirando a parte dos meus seios, não tem mais. Eu poderia tirar meus seios e guardá-los como bichinhos de pelúcia, se assim dizer. Eu amo eles mais do que tudo no meu corpo, mas é só isso. Eu não tenho atração NENHUMA em experimentar roupa, em ficar em uma loja e passar mais de 10 minutos nela. E se alguém tentar me forçar a experimentar, já ganha briga comigo. Se nem meus pais conseguem me fazer experimentar roupa. Nesse quesito eu sou parecidíssima com o meu pai. Ele é direto e sempre foi assim. Sempre quando foi fazer as compras ou teve de comprar algo, foi olhar pra alguma coisa e dizer: "Eu quero isso." Foi lá e comprou tal coisa e eu sou exatamente igual. Já a minha mãe fica trinta anos pra ver uma blusa, uma roupa legal. Eu não digo que não gosto de me produzir e ficar bem arrumada, gosto. Mas até os gays gostam, né? Os homens deveriam se arrumar, o meu pai se arruma, mas não precisa ser fresco de ficar trinta anos pesquisando uma roupa no armário, que é outro fator que eu odeio. Eu vejo e já ponho no corpo.
O que eu tô querendo trazer aqui pra vocês é que tenho alguns aspectos que são semelhantes aos do homem. Tenho também aspectos femininos, mas por eu ser uma mulher, ter nascido mulher. Ter hormônios, mas eu com certeza não sou daquele tipo que faz escândalo em como d'água, ou tem ciúmes por frescura. E sempre procuro ser a mais sincera possível numa relação com a pessoa.
Também tem a história do sexo e do cosplay. Então gente. Sobre o sexo... Eu namorei quase dois anos com o "M", vamos apelidá-lo assim. E não só o M, outros caras nos quais eu já transei no passado, eu reparei a mesma coisa. Eu não tenho tesão no sexo. De dois anos de namoro com ele, com esse M, 99% eu tive sono, queria parar, e eu fiz pra dar prazer a ele, mas por MIM, por mim MESMO eu não tive vontade de fazer PORRA NENHUMA. Eu nunca tive vontade de me tocar. Aliás, isso é uma verdade e agora será dita, eu nunca me toquei. Eu nunca me masturbei na vida. Até 2015 isso era verdade. Ano passado foi a minha primeira vez.
Não consegui gozar, lógico. Mas pensei em mim como homem, me vesti como homem. É. Pensei nos meus casais yaois. Eu não tenho prazer nenhum sexual dando como mulher. Mas aí vem a outra parte engraçada que eu quero contar pra vocês. Eu tenho um amigo no qual fizemos sexo uma vez. E todos aqui que lêem o meu blog sabem o quanto eu amo fake. E eu e ele interpretamos em off, no caso.... Eu interpretei com ele em off. Eu representava o Yugi e ele o Kaiba, os personagens de Yu-Gi-Oh. Dito e feito. O que aconteceu? Gozei pra caralho, foi ótimo e tive um tesão comunal. E foi aí que eu percebi mais do que qual quer outra coisa que eu sinto um tesão maior, dando como um homem e interpretando como um personagem masculino.
Eu não tenho vontade de dar como Raquel. Representar a Raquel é chatinho de mais. Eu gosto de ser sempre meus personagens, interpretar em off, por mim viveria e casaria com a pessoa na qual interpretasse em off 24 horas por dia comigo. Meus melhores amigos da Net sabem disso. E lógico, eu só tive relacionamento no fake, yaoi. Yaoi pra mim é vida.
Então é mais um motivo pra eu pensar que eu seja trans.
Outra coisa que me faz pensar é, quando quero fazer Cosplay. Sempre é masculino. Eu atualmente, decidi criar apenas dois, que seriam os meus principais: Ian Hecox e Rafe Adler. O resto eu vou fazer conforme vai andando a vida. Mas eventualmente penso em mudar de nome, pra Ian, ter o cabelo seboso dele. Ter uma barbinha rala e ser gay. E até fazer a cirurgia pra ter um pau.
Sobre a cirurgia em questão, tem prós e contra, pra isso. No caso irei ao médico avaliar as possibilidades, e primeiramente no psicologo. Que eu tô mais do que precisando. Acho que já passou da data, inclusive, sabe? :v
Enfim gente. Eras isso, e até a próxima cambada! Fui nessa! ;**
5 de jun. de 2016
Abusos na Infância e Adolescência
Eu sei pessoal, que eu vivo falando que eu vou voltar, mas nunca volto. Dessa vez eu tô aqui e pra escrever um big textão. Atualmente andam relatando sobre a situação da mulher na qual foi abusada violentamente por trinta ou trinta e três homens daqui, e isso eu acho o fim pro nosso país. Eu já andava com nojo do Brasil, agora mais essa, foi o que me deixou cabisbaixa. E tendo esse assunto em alta, decidi então revelar parte da minha vida "feliz". Que na verdade, não foi basicamente bem contente como cito.
Falarei aqui o que aconteceu comigo quando pequena e adolescente, e tudo que digo aqui, como sabem é verdade, até porque é meu blog pessoal. Quem quiser ler, leia. Mas escrevo pra mim mesma, na realidade, e não para os outros. (?) Gosto do pessoal que visita, claro, fico feliz que ainda tem gente que lê, mas... Vocês entenderam, aqui é como um diário pra mim.
Enfim, vou começar falando sobre o que aconteceu comigo aos meus 7 anos de idade. Em torno dos 7 ou 8 anos de idade. Eu, quando pequena, tive muitos amigos homens na infância, porém o que relatarei aqui será de um casal de irmãos. Vamos chamá-los de G e T.
Eu, como toda garota, dessa idade gostava de brincar. Eu nunca fui muito de querer brincar de Barbie, aliás sempre detestei bonecas ou brincadeiras de casinha, ou coisa do gênero. Sempre gostei mais de correr, esconder, vídeo game, bonecos de ação, carrinhos e entre essas coisas, por isso sempre me dei melhor com os meninos, nessa fase. Frequentava muito a casa do G e do T. G era o que sempre me chamava e o T era o caçula dentre os dois, porém quando o G não ficava por perto sempre aconteciam coisas nas quais eu nunca gostei de relembrar da minha infância.
T me pedia pra eu ficar nua e me tocar na frente dele enquanto ele fazia o mesmo. E eu, não sabendo dizer não, ficando constrangida, LÓGICO, fazia, por sei lá. Não que eu gostasse, sempre tentava fugir dessas coisas ou de ficar só com ele, quando o G não tava por perto. Como eramos crianças, ficavamos nus na frente um do outro. Lógico que eu nunca via nada de mais, mas naquele dia, ele veio com uma pergunta muito estranha: "Raquel, vamos transar?" Eu fiquei pasma, e até com nojo. Não sabia nem o que era, mas repodi na hora. Fugi, literalmente. Teve vezes que ele ligava a TV e colocava em canal pornô.. E caraca, mano. Eu tinha essa idade e ele era mais novo que eu e já era tarado assim. Credo. Foi a primeira vez que eu vi o meu primeiro boquete e sinceramente, preferia não ter visto isso, não assim.
Quando nossos pais viajavam juntos, que isso normalmente acontecia bastante na minha infância, não mais. Enfim, continuando; Numa dessas viagens o T foi numa casinha que tinha na pracinha comigo, e eu pensando que era pra brincar de alguma coisa, e na verdade ele queria que a gente ficasse nu e transasse ali mesmo.
O caso com o T acabou assim que eu dei uma parada de ir na casa de ambos, e eu ter falado pra mãe dele dos respectivos abusos que eu andava sofrendo. Não achava normal o que ele fazia. Acabei desabafando pra mãe dele. O que eu soube, foi que ele ganhou uma bela surra.
O outro caso, que seria com o G, foi apenas uma vez, e foi quando tava com outro amigo dele, que iremos apelidar de M. Eu dormi na casa do G, assim como o M, por ser o melhor amigo dele. Já o conhecia de anos e tal. Só que no dia seguinte, quando acordei vi que o meu rosto tava todo melado, e velho... Só de tempos depois pra eu sacar que aquilo era... Porra. Pois é. Quiseram me trollar, mas era uma brincadeira pesada pra se trollar com uma criança né? Eu tava com uns 10 anos na época, eu lembro.
Segunda Fase será dividida em duas partes. A primeira é da sexta série até a sétima. A segunda parte da oitava série até o terceiro ano.
Na sexta série eu conheci, quando andava de Combi, o Tiago G. Um aluno que estudou comigo no mesmo colégio que o meu, porém éramos de séries diferentes. Eu tinha, o que? 12 anos naquela época, e ele tinha uns 16. Eu ainda era uma criança em relação a essas coisas. Pensávamos em ficar, selinhos, e coisas do gênero. O Tiago, por ser mais velho, pensava já em sexo, trepar e pegar mulher. Isso, a minha inocência não percebia, de jeito nenhum.
A história com ele foi extensa, porque, naquela época eu era como toda garota boba e bem apaixonada. Eu tinha um crush que que vamos apelidar de A, que era colega de classe desse Tiago aí. Eu era absurdamente apaixonada por ele. E como era criança, era aquelas bobas, que pensava que eu poderia tê-lo mesmo pra mim, sendo que o cara cagava e andava pra minha existência. O Tiago viu e usou isso contra mim. É, da pior maneira possível. Ele dizia que o A me amava, e o meu amor era correspondido. Ele me mandava mensagem por web dizendo que era o A e dizia que me amava e o caralho a quatro. E eu acreditando, no inicio, por ser uma anta.
Chegou ao ponto dele me ver nua na sala e tocar a mão em mim. Não me masturbar e nem nada do tipo, mas me alisar. Um tempo depois me deu uma camisinha dizendo que era o A que tinha me mandado. E mais um tempo ainda, ele começou a exigir fotos minhas nuas, e querer fazer sexo comigo, relatando que o A, queria que alguém de confiança me "comesse" pra eu ficar "boa" pra ele. Ah, tá bom. No fim, eu mandei umas que eu tinha quando eu tinha 6/7 anos. Tinha bosta nenhuma.
Claro que o tempo foi passando, e eu comecei a ir percebendo que eu não ganhava nenhum retorno do próprio A, era tudo história do Tiago. Porque o A, nem se quer falava comigo pessoalmente, e quando eu tentava, ganhava foras direto. Ou sejá, meu primeiro fora foi assim. Foi quando comecei a perceber que ele mentia pra mim. No primeiro dia da oitava série, eu exigi minhas fotos se não chamaria a polícia. Nunca mais veio atrás de mim.
Essa se encerrou a primeira parte. Agora sim partiremos para a segunda, e digo mais, a mais dolorosa que eu já tive. Pois eu até hoje não sei o que sentia. Quer dizer, se era tesão/ódio, ou amor/ódio. Algo assim, mas é abuso, pois no momento que eu pude me livrar do cara, eu sai correndo pra liberdade. Digamos assim.
Vamos apelidar esse como JP. Vocês conhecem House M.D? Pois então, o JP, a personalidade dele, descaradamente eram iguais. Eu acho que o Diretor de House, antes de fazer o seriado conheceu o JP, achou intrigante o jeito que ele é, e resolveu fazer uma série, porque não é possível. Quando comecei a ver o seriado, fiquei de boca aberta com tamanha semelhança. (Atualmente o JP não é mais assim, ele mudou pra melhor. Graças a Deus, e estamos bem, atualmente.)
Na oitava série eu havia me mudado recentemente de turma, de uma turma tipica americana, que só quer saber de balada, bebida e gente "pop", pra uma turma de retardados. Essa era a minha turma. Eu era uma das pessoas mais excluídas da sala, no caso, eu sempre fui. Mas logo achei a minha "turminha", que era um bando de guris. Pacheco, JP, Arthur, Kainã, Jean e eu. A única garota que andava com eles. Quando começamos a conversar e a conviver, no inicio pareceu tudo bem, mas com o tempo... Vocês sabem como os garotos são idiotas e já pensam que a guria é guri e pode entrar na brincadeira junto né? Então, foi isso que aconteceu. João começou a me tratar mal me chamar de retardada, mangolona. E uma série de outros apelidos que eu não suportava, além de me ridicularizar. Isso me irritava de mais, mas embora tudo isso, éramos um grupo e faziamos trabalho juntos. O JP e o Pacheco eram os mais nerds da classe, e eu era a mais burra da classe. Eu sempre tirava quase "0" em tudo. Quase rodada em todas as matérias. Mal ou bem, eu precisava da ajuda deles, e sair dali, não teria como. Não naquela situação. Pois eu odiava estudar, a única vida que eu gostava e apreciava ter, era o mundo do computador. E era por isso, que eu nunca terminava amizade com o JP no tempo de escola. Eu só cortei relações, foi depois que o colégio acabou. Foi quando eu fiquei um ano literalmente sem falar com ele. Lógico que ele foi atrás e me procurou depois. Maaas... Muita coisa havia mudado já e eu tava bem madura.
Mas voltando, pra não perder o rumo!
Um dia ele foi na minha casa, e naquele dia que começou tudo. Iríamos fazer um trabalho em grupo, e nós dois iríamos fazer uma parte dele. Ele começou com um papo de uma brincadeira que dois colegas faziam no tempo do colégio que era de tirar a calça no meio da aula, do nada. Foi então que ele fez isso comigo, consequentemente, eu fiz nele, por sua insistência. E a partir disso, foi um jogo sem fim. Fizemos preliminares naquele dia, e ele gozou tanto que encheu meu quarto de porra. O problema é que o JP sempre me deixou com um tesão enorme, realmente. Porém, o jeito vigarista que ele me tratava era deplorável.
Primeiramente, se eu contasse tudo que aconteceu daria era um livro sobre o nosso "romance sádico." E não é o que eu quero, não um livro, mas um relato, então falarei o que veio a acontecer de mais marcante.
Eu tive gravidez psicológica, além de receber leite nos meus seios. O João batia em mim, já tentou atirar cadeiras. Puxou meus cabelos com violência, me empurrava com brutalidade. Já me deu tapa na cara. Achava que era o meu dono, mandava e desmandava em mim, no que ele podia. Além de pegar meus lanches sem a minha permissão e comer. Ou seja, arrancando da minha mão e foda-se eu.
No segundo ano, uma história bem marcante, foi:
Tava na casa com ele, mais a Carol. Uma amiga em comum da gente. Fomos jantar e passar a noite com ela, pra farrear. Ela encomendou uma pizza, e quando formos comer, assim que eu peguei o segundo pedaço, ele fincou o garfo na minha mão. Como eu berrei de dor. Ele me proibiu de comer mais naquele dia. E eu tava querendo matar aquele fdp. Sentei no sofá, e ele começou a me irritar com deboches. Aí eu saí e fui pro quarto assistir TV. A Carol também foi, decidindo, ele, também ir. Em vez de pedir mais espaço, não. Ele simplesmente se atirou em cima de mim e não queria sair mais. Nota: Ele tem quase dois metros de altura e eu 1,56. Dor e sofrimento sem respiração. Saí remando, por baixo. E quando decido ir no banheiro, um lugar calmo e pacato.. JP aparece pra me trancafiar lá dentro e gritar o nome da lenda no qual eu tinha mais medo, a noite. Bati tanto a porta e nele pra poder sair. E quando saí, chamei meu pai e fui pra casa.
A partir desse dia que eu percebi e decidi que eu jamais veria o JP novamente na minha vida. Pelo menos era o que eu achava, depois que eu saísse do colégio.
Aturei ele e suas escrotices até o terceiro ano, onde eu precisava, apenas conviver com ele, e nada mais. Chegou o terceiro, deu a festa. Sumi.
Agora, eu admito que me sinto uma nova pessoa, e muito melhor. Acreditem se quiser... Já desabafei tudo com ele, já taquei tudo isso na cara dele. Hoje, estamos bem e só como amigos, como deve ser, e nada além disso.
Enfim, espero que tenham gostado pessoal. Até a próxima vez onde eu terei inspiração novamente!
Adios amigos! ;D ;**
18 de jan. de 2015
Pois é
Bom, finalmente acabei com meus posts depressivos, e voltei a ativa pra postar ironias. Claro, passou um bilhão de anos também, mas como esse blog é mais pessoal do que profissional, FODA-SE. Tô pouco me fodendo, ok? Ok. Em fim, eu vim aqui pra falar de coisas que me incomodam, mas ao mesmo tempo eu rio.
O que eu quero dizer é que, como a gente pode conhecer uma pessoa, passar anos falando com ela por MSN, e quando finalmente nos vemos, acontece uma desgraça.
Meu amigo e eu eramos bem próximos, eu fui visitar ele uma vez, e passei uma semana, adorei, porém da segunda vez que vim, tá uma porcaria. Quer dizer, embora ele pareça ter ciúmes, e até preocupação, ele parece que mudou muito. Virou o tipo que eu mais odeio de guri, e o pior é que eu o considero/considerava como meu filho do coração. (qgay)
Aí ele começa a me tratar como se eu fosse um ninguém ou até pior do que isso, uma merda qual quer, que da pra pisar e os caralhos. Me trolla com coisas pesadas, e até me ofende com o mesmo critério. Eu não sei se ele tá se dando conta, mas é todo dia, ele falando merda pra mim, e me deixando magoada. Coisas pequenas, mas porra. Tem vezes, que parece que ele regrediu. Parecia uma criança do colegial, que fala merda pra guria por gostar de bullinar. É isso que eu sentia, que ele tava me bullynando, todos os dias. Me tirava, pros amigos dele me tacharem de trouxa.
Aí eu me pergunto, pq eu tô aqui?
O pior, é que quando eu o conheci, ele não era assim. Beleza, sempre tem um amigo lezado que a gente tira, até rio de um do grupo junto com ele e os de mais, porém até o mais "bullynado" do grupo saia tão ferido. Sei lá, se ele ainda gosta de mim como amiga, eu penso que não. E eu quero ir embora. q Que lá o ar pega e não preciso ficar pedindo pra ele arrumar. -_-
Contando os dias pra ir embora, que pra mim tá passando como uma eternidade.
Engraçado também, é que ele nunca foi o tipo de pessoa que fazia isso, bully. E agora tá fazendo comigo. Tô me sentindo na primeira série, onde um bando de pia ficava de bully com a "garotinha escrota", que no caso. Euri. Sou eu. Porra, se ele não gosta mais de mim, falava antes de eu gastar meu dinheiro e ir pra lá. Eu só quero saber que merda que tá acontecendo. Porra.
O que eu quero dizer é que, como a gente pode conhecer uma pessoa, passar anos falando com ela por MSN, e quando finalmente nos vemos, acontece uma desgraça.
Meu amigo e eu eramos bem próximos, eu fui visitar ele uma vez, e passei uma semana, adorei, porém da segunda vez que vim, tá uma porcaria. Quer dizer, embora ele pareça ter ciúmes, e até preocupação, ele parece que mudou muito. Virou o tipo que eu mais odeio de guri, e o pior é que eu o considero/considerava como meu filho do coração. (qgay)
Aí ele começa a me tratar como se eu fosse um ninguém ou até pior do que isso, uma merda qual quer, que da pra pisar e os caralhos. Me trolla com coisas pesadas, e até me ofende com o mesmo critério. Eu não sei se ele tá se dando conta, mas é todo dia, ele falando merda pra mim, e me deixando magoada. Coisas pequenas, mas porra. Tem vezes, que parece que ele regrediu. Parecia uma criança do colegial, que fala merda pra guria por gostar de bullinar. É isso que eu sentia, que ele tava me bullynando, todos os dias. Me tirava, pros amigos dele me tacharem de trouxa.
Aí eu me pergunto, pq eu tô aqui?
O pior, é que quando eu o conheci, ele não era assim. Beleza, sempre tem um amigo lezado que a gente tira, até rio de um do grupo junto com ele e os de mais, porém até o mais "bullynado" do grupo saia tão ferido. Sei lá, se ele ainda gosta de mim como amiga, eu penso que não. E eu quero ir embora. q Que lá o ar pega e não preciso ficar pedindo pra ele arrumar. -_-
Contando os dias pra ir embora, que pra mim tá passando como uma eternidade.
Engraçado também, é que ele nunca foi o tipo de pessoa que fazia isso, bully. E agora tá fazendo comigo. Tô me sentindo na primeira série, onde um bando de pia ficava de bully com a "garotinha escrota", que no caso. Euri. Sou eu. Porra, se ele não gosta mais de mim, falava antes de eu gastar meu dinheiro e ir pra lá. Eu só quero saber que merda que tá acontecendo. Porra.
21 de jun. de 2014
Hipocrisias
Cara, eu tô bem magoada pelo que aconteceu esses dias no fake. Sabe aquele tipo de pessoa que todos convivem, do tipo: "Eu te amo, estarei sempre contigo." Aí te abandonam? Pois então. Tem gente pior. São essas pessoas hipócritas, que além de ridicularizar aquelas por seus sumiçoes, fazem o mesmo. Principalmente quando passamos boa parte do tempo juntos. Rimos, brigamos, mas sempre estamos lá. Como bons companheiros para matar o nosso tédio. E do nada tudo aquilo acaba. Me frustra, não a atitude dela, por que infelizmente pessoas somem mesmo. E quando falam que vão ficar contigo sempre, é pura hipocrisia, de fato. Pior são essas que falam mal desse tipo de pessoa, e fazem pior. Abandonam quem gostamos mesmo. Sei lá, isso ficou curto, mas eu prometo que melhorarei no meu blog e tentarei postar mais. Me desculpem.
See ya. ;**
See ya. ;**
13 de mar. de 2014
Tô por aqui, HAHA!
Bom a vida continua a mesma, nada mudou. Lala. E eu vim aqui pq bateu aquela saudadezinha de escrever. Eu ainda não larguei de mão isso daqui, não. Q Embora meu sumiço gigantesco. :x Eu não sei bem o que escrever, mas é só pra dizer que ainda tô viva.
See ya! ;**
See ya! ;**
20 de out. de 2013
Simplesmente.. Cansei.
Viver uma vida dupla não é nada fácil, ou melhor, é desgastante e até as vezes irritante. A minha vida se resume ao fake, e pra não ser tão "anti-social" um pouco da vida real também. rere O que eu quero falar, é que de alguma forma eu cansei. Cansei até mesmo de viver. Acabei de ver aqui uma frase em que me inspirou do Dr. Wilson de "House M.D", um dos únicos seriados que eu curto, que dizia: "Morrer é fácil, viver é dificil." Ele se refere ao que as pessoas sentem no cotidiano. A maioria não esta nenhum pouco satisfeito com o trabalho ou com o que tem, devido ao sistema que engloba a gente. Poderia passar a noite toda explicando como o Sistema financeiro pode foder com todo o nosso piscicólogico e com toda nossa vida cotidiana. Mas não estou, hoje, me referindo a isso. E sim, de como eu me sinto sozinha. Sei lá, passei muitos anos dedicando a minha vida pro fake. "Um mundo virtual" que eu conheço pessoas, algumas eu levo comigo para o Off, outras somente para breves interpretações. Quando digo breve: Me refiro as pessoas que jogo, interpreto como o personagem. E eu poderia dizer, que pra mim, o que eu mais gosto, gostei e gosto de fazer é turnar. Mas não é qual quer tipo de jogo, e sim yaoi. Por toda minha vida no fake, eu não consigo, eu já tentei de tudo, mas não tem jeito. Não consigo ter casal fixo. E ao mesmo tempo que isso me frustra, parece que eu me afasto das pessoas com quem eu convivo. Não as em off, mas sim as em on. Eu não sinto prazer de falar com ninguém, eu vivo cansada e triste. A minha vontade é de dormir, dormir e dormir. Não, eu não estou dramatizando. Meu rosto rente ao computador é sério, frio. Como eu ando sendo já há alguns anos. Não consigo demonstrar emoções, e quando demonstro noto que tudo é cena. Cena pra disfarçar o quanto eu não me importo com o que os outros falam ou sentem. Eu sinto como se eu mentisse pra todo mundo, quando choro ou rio. E a única coisa que eu posso afirmar que eu ainda sinto, é vontade de jogar. Eu tenho esse desejo faz anos, e o que eu percebo é: Não consigo largar do fake: Sair do pc. Eu saio, tenho amigos.. Mas a semana inteira semrpe fico aqui. Posso estar em chamada de voz, estar conversando com meus amigos, e até mesmo rindo. Mas na verdade, tudo aquilo é um grande tédio pra mim. Eu me irrito pelo fato das pessoas virem me chamar e eu ter que forçar demonstrar alguma emoção, que no caso, eu estou pouco me fodendo para o que contam ou deixam de contar. Não digo isso por maldade. Mas porque a única coisa que eu quero é um pouco de yaoi. Um pouco de atenção yaoi. Minhas primas sabem que eu sou safada nos yaoi pq eu semrpe consigo alguns bicos. Mas porra.. Eu cansei dessa vida. Eu realmente quero um casal que fique fixo. Um yaoi! Eu já me acostumei a não ter, mas o que eu posso fazer? Eu não sei me divertir no mundo a fora. Não gosto de baladas, pra começar. Tem uma pessoa na qual consegue me fazer alegre, quando saio, mas ela mora longe. Muito longe. E agora? Também não posso depender dela pro resto da minha vida. Eu sinceramente cansei, sabe? Se eu morresse amanhã, simplesmente daria em nada. Pq a minha vida tá um saco. Não digo que quero morrer, não disse isso. Não sou emo. Só digo que pra mim tanto faz estar aqui ou não. Só fico pq amo meus pais e sei que eles sofreriam horrores por mim. E meus amigos. Eu frequento o fake por causa deles, mas não é como se eu me importasse com o que eles falam comigo... Pq na boa, a única coisa que atualmente me importa é jogar yaoi. .-. Se eu fui egoísta.. Que se foda, pq se quisessem mesmo me ajudar já teria yaoi pra mim. Mas em fim.. Obrigado por me escutarem, ou lerem. (:
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